Todo domingo, pretendo postar uma música para nossa inspiração e reflexão...
Nada melhor que a arte para dar um ar inspirador pra semana que se inicia, não é?
Para começarmos em grande estilo... Uma música perfeita do Gonzaguinha...
"EU APENAS QUERIA QUE VOCÊ SOUBESSE..."
Que você se goste muito mais...
Que você se respeite muito mais também...
Que aprenda que a atitude de recomeçar é todo dia, toda hora...
Que acredite na sua força e fé, e se olhe bem fundo até o dedão do pé!
Forte abraço e boa semana a todos!!!
Esse blog é uma forma de compartilhar os meus pensamentos e textos sobre o ser humano e a psicologia, minhas paixões... Profissão que se confunde com amor!
domingo, 22 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Do Desapego...
Hoje quero compartilhar aqui no blog um poema lindo sobre o desapego... Ele é de um psicoterapeuta existencial chamado Valdemar Augusto Angerami - Camon.
Por mais que procuremos segurança e solo firme para pisar durante toda a nossa vida, a única certeza que temos é da inconstância... Por isso, o desapego é essencial... A muito tempo atrás, eu me peguei refletindo sobre a palavra DESENVOLVER, que significa crescimento, evolução no curso da vida, não é? Pois, bem... Para desenvolvermos precisamos DES _ ENVOLVER... deixar de se envolver, se desembaraçar das coisas, dos momentos, das pessoas... para que possa crescer e ter condições de caminhar, se envolvendo com outras e des-envolvendo no tempo certo. Nessa dança da vida, se envolvendo e des-envolvendo! Para o isso se faz necessário o Desapego... Saboreiem o poema do Angerami - Camon...
Espero que gostem...
" inverno... a Constelação de Escorpião
sinaliza um novo tempo...
uma nova ilusão...
O outono se foi... o outono ficou
apenas em reminiscências de
doces recordações do que se foi...
dos sonhos... da ilusão...
do que foi vivido...
do que foi perdido... o tempo não passa...
quem passa somos nós...
O inverno é o mesmo hoje, ontem
e amanhã... do apego da vida
a própria finitude... de nossa
efemeridade... de que somos passagem...
de que somos fragrância que se
perde no ar... da ilusão de
que somos senhores das nossas vidas... de que nada somos...
do orvalhar na madrugada... do olorar dos
craveiros... da florada de inverno com
sua exuberância e que também irá
se transformar quando
chegar a primavera... da dor...
das lembranças e momentos felizes...
das noites de alegria...
De que somos a
exuberância da transformação...
de que somos o nada...
de que nada somos
diante da dimensão do universo...
e de que o universo somos nós
na imensidão do amor... de que
o mar guarda em suas
águas o segredo do desapego...
da lágrima e dor... do riso
de alegria... de que a minha
vida é nada... tudo...
E de que tudo se transforma
diante do desapego... e o que é o apego se
a vida é desapego?! Dos amigos que se
foram... dos desencontros...
das despedidas... dos encontros...
da alegria da chegada e do choro doído
das partidas... de como as floradas
se abrem ao vento que irá
despetá-las... de como nos
apegamos a tudo e nada somos...
de como a vida nos mostra a
todo instante... a todo momento
que tudo se transforma em
despedida... em renovação...
Outros invernos virão... ainda que
a minha alma vagueie perdida
em busca de novas floradas... ainda que
meu espírito busque pelos cantos dos universos seus
pontilhados de apego... o desapego é
a própria condição humana... eu sou
o meu passado no desapego... passeio pela
minha infância e tomo sorvete
na tarde de verão... e vejo o bonde
passando pela minha rua... esse bonde levou
meus sonhos de menino que
hoje procura esse vazio que ficou...
e de que adiantou o apego se tudo se constitui
em desapego?! E o que é a vida se tudo,
absolutamente tudo, é nada...
se tudo é uma ilusão a nos
mostrar a magnitude do desapego...
de que floradas se renovam...
e de que o luamento está sempre a
nos mostrar a nova estação... de que sou tudo
diante do desapego... e de que a
minha vida não me pertence...
eu sou por ela levado... e que o apego
maior da vida é o desapego em suas
diferentes manifestações... de que sou
desapego ainda que tente negá-lo...
de que as transformações que vivo
sempre me mostram que tudo
sempre está passando... passando...
passando... assim como essas linhas passaram...
assim como esses momentos se foram...
no desapego da condição humana..."
Abraço!
Por mais que procuremos segurança e solo firme para pisar durante toda a nossa vida, a única certeza que temos é da inconstância... Por isso, o desapego é essencial... A muito tempo atrás, eu me peguei refletindo sobre a palavra DESENVOLVER, que significa crescimento, evolução no curso da vida, não é? Pois, bem... Para desenvolvermos precisamos DES _ ENVOLVER... deixar de se envolver, se desembaraçar das coisas, dos momentos, das pessoas... para que possa crescer e ter condições de caminhar, se envolvendo com outras e des-envolvendo no tempo certo. Nessa dança da vida, se envolvendo e des-envolvendo! Para o isso se faz necessário o Desapego... Saboreiem o poema do Angerami - Camon...
Espero que gostem...
" inverno... a Constelação de Escorpião
sinaliza um novo tempo...
uma nova ilusão...
O outono se foi... o outono ficou
apenas em reminiscências de
doces recordações do que se foi...
dos sonhos... da ilusão...
do que foi vivido...
do que foi perdido... o tempo não passa...
quem passa somos nós...
O inverno é o mesmo hoje, ontem
e amanhã... do apego da vida
a própria finitude... de nossa
efemeridade... de que somos passagem...
de que somos fragrância que se
perde no ar... da ilusão de
que somos senhores das nossas vidas... de que nada somos...
do orvalhar na madrugada... do olorar dos
craveiros... da florada de inverno com
sua exuberância e que também irá
se transformar quando
chegar a primavera... da dor...
das lembranças e momentos felizes...
das noites de alegria...
De que somos a
exuberância da transformação...
de que somos o nada...
de que nada somos
diante da dimensão do universo...
e de que o universo somos nós
na imensidão do amor... de que
o mar guarda em suas
águas o segredo do desapego...
da lágrima e dor... do riso
de alegria... de que a minha
vida é nada... tudo...
E de que tudo se transforma
diante do desapego... e o que é o apego se
a vida é desapego?! Dos amigos que se
foram... dos desencontros...
das despedidas... dos encontros...
da alegria da chegada e do choro doído
das partidas... de como as floradas
se abrem ao vento que irá
despetá-las... de como nos
apegamos a tudo e nada somos...
de como a vida nos mostra a
todo instante... a todo momento
que tudo se transforma em
despedida... em renovação...
Outros invernos virão... ainda que
a minha alma vagueie perdida
em busca de novas floradas... ainda que
meu espírito busque pelos cantos dos universos seus
pontilhados de apego... o desapego é
a própria condição humana... eu sou
o meu passado no desapego... passeio pela
minha infância e tomo sorvete
na tarde de verão... e vejo o bonde
passando pela minha rua... esse bonde levou
meus sonhos de menino que
hoje procura esse vazio que ficou...
e de que adiantou o apego se tudo se constitui
em desapego?! E o que é a vida se tudo,
absolutamente tudo, é nada...
se tudo é uma ilusão a nos
mostrar a magnitude do desapego...
de que floradas se renovam...
e de que o luamento está sempre a
nos mostrar a nova estação... de que sou tudo
diante do desapego... e de que a
minha vida não me pertence...
eu sou por ela levado... e que o apego
maior da vida é o desapego em suas
diferentes manifestações... de que sou
desapego ainda que tente negá-lo...
de que as transformações que vivo
sempre me mostram que tudo
sempre está passando... passando...
passando... assim como essas linhas passaram...
assim como esses momentos se foram...
no desapego da condição humana..."
Abraço!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
DIAGNÓSTICO
Diagnóstico...
O que quer dizer essa palavra?
Vem do latim: [dia="através de, durante, por meio de"]+ [gnosticu="alusivo ao conhecimento de"], conhecer através de...
Segundo o Aurélio, é a arte de conhecer a doença através de seus sinais e sintomas.
Essa palavra é muito conhecida de todos nós, desde sempre ouvimos os médicos falando sobre diagnóstico, sobre ter que definir, nomear uma doença para que o seu tratamento seja o mais indicado, mesmo porque é complicado se programar um tratamento sem saber de que doença se trata. Essa é a função estrita do diagnóstico.
Mas eu queria falar de uma outra função que ele exerce, principalmente quando estamos lidando na área da saúde mental. Que é quando o diagnóstico vira um rótulo, quando usamos o diagnóstico como definição para a pessoa. Tanto quando fechamos a pessoa naquele diagnóstico, como quando não olhamos pra ele e, assim, não o consideramos.
O diagnóstico, a doença, o sintoma, nos dizem algo, eles nos mostram que em algum momento da nossa vida tivemos que usar uma "bengala", tivemos que nos apoiar em algo para que déssemos conta de uma dificuldade ou fragilidade que nos acometeu. Claro que é bem melhor quando usamos outros tipos de ajuda, ou quando conseguimos enfrentar as dificuldades sem criar sintomas. Mas, se os criamos, ele tem uma razão de existir, então devemos olhá-los e tentar ouvir o que eles nos dizem.
Mas, por outro lado, o diagnóstico não nos define, não nos rotula... Ele nos diz algo de nós, nos aponta como estamos levando a nossa vida, mas ele não diz quem somos nós. Independente do tipo de diagnóstico que as pessoas possam ter, com certeza elas são bem maiores do que o diagnóstico diz delas.
Gosto de pensar no diagnóstico como o "conhecer através de" não é conhecer só a doença e ver se a pessoa se encaixa nela, ou então ignorar a doença e tentar olhar "só para a pessoa". Temos que encontrar o caminho do meio, vamos olhar para a pessoa que tem aquela doença, naquele momento da vida dela, a doença faz parte e não está ali atoa, tem um sentido. Mais uma vez, devemos perguntar o que ela quer nos dizer. Aceitá-la como parte do processo e lidar com ele considerando exatamente o seu tamanho (nem mais, nem menos) nos ajuda a ser mais inteiros e nos conhecermos melhor... Vivendo de uma forma mais integrada!
Pra finalizar vou citar um trecho do livro "Manual de Psicologia Hospitalar" de Alfredo Simonetti, sobre diagnóstico, que eu gostei muito...
"Em medicina, diagnóstico é o conhecimento da doença por meio de seus sintomas, enquanto na psicologia hospitalar o diagnóstico é o conhecimento da situação existencial e subjetiva da pessoa adoentada em relação com a doença. Sendo assim, na psicologia hospitalar não diagnosticamos doenças, mas o que acontece com as pessoas relativamente à doença e ele, o nosso diagnóstico, não é expresso em termos de nomes de doenças, mas sim por uma descrição abrangente dos processos que influenciam e são influenciados pela doença. Não oferecemos rótulos, mas sim uma visão panorâmica."
O papel da psicologia, é junto com a pessoa, ajudá-la a desenhar esse panorama. É caminhar junto, é acompanhar, no seu ritmo, no seu tempo... em cada passo que ela conseguir dar.
Abraço!
O que quer dizer essa palavra?
Vem do latim: [dia="através de, durante, por meio de"]+ [gnosticu="alusivo ao conhecimento de"], conhecer através de...
Segundo o Aurélio, é a arte de conhecer a doença através de seus sinais e sintomas.
Essa palavra é muito conhecida de todos nós, desde sempre ouvimos os médicos falando sobre diagnóstico, sobre ter que definir, nomear uma doença para que o seu tratamento seja o mais indicado, mesmo porque é complicado se programar um tratamento sem saber de que doença se trata. Essa é a função estrita do diagnóstico.
Mas eu queria falar de uma outra função que ele exerce, principalmente quando estamos lidando na área da saúde mental. Que é quando o diagnóstico vira um rótulo, quando usamos o diagnóstico como definição para a pessoa. Tanto quando fechamos a pessoa naquele diagnóstico, como quando não olhamos pra ele e, assim, não o consideramos.
O diagnóstico, a doença, o sintoma, nos dizem algo, eles nos mostram que em algum momento da nossa vida tivemos que usar uma "bengala", tivemos que nos apoiar em algo para que déssemos conta de uma dificuldade ou fragilidade que nos acometeu. Claro que é bem melhor quando usamos outros tipos de ajuda, ou quando conseguimos enfrentar as dificuldades sem criar sintomas. Mas, se os criamos, ele tem uma razão de existir, então devemos olhá-los e tentar ouvir o que eles nos dizem.
Mas, por outro lado, o diagnóstico não nos define, não nos rotula... Ele nos diz algo de nós, nos aponta como estamos levando a nossa vida, mas ele não diz quem somos nós. Independente do tipo de diagnóstico que as pessoas possam ter, com certeza elas são bem maiores do que o diagnóstico diz delas.
Gosto de pensar no diagnóstico como o "conhecer através de" não é conhecer só a doença e ver se a pessoa se encaixa nela, ou então ignorar a doença e tentar olhar "só para a pessoa". Temos que encontrar o caminho do meio, vamos olhar para a pessoa que tem aquela doença, naquele momento da vida dela, a doença faz parte e não está ali atoa, tem um sentido. Mais uma vez, devemos perguntar o que ela quer nos dizer. Aceitá-la como parte do processo e lidar com ele considerando exatamente o seu tamanho (nem mais, nem menos) nos ajuda a ser mais inteiros e nos conhecermos melhor... Vivendo de uma forma mais integrada!
Pra finalizar vou citar um trecho do livro "Manual de Psicologia Hospitalar" de Alfredo Simonetti, sobre diagnóstico, que eu gostei muito...
"Em medicina, diagnóstico é o conhecimento da doença por meio de seus sintomas, enquanto na psicologia hospitalar o diagnóstico é o conhecimento da situação existencial e subjetiva da pessoa adoentada em relação com a doença. Sendo assim, na psicologia hospitalar não diagnosticamos doenças, mas o que acontece com as pessoas relativamente à doença e ele, o nosso diagnóstico, não é expresso em termos de nomes de doenças, mas sim por uma descrição abrangente dos processos que influenciam e são influenciados pela doença. Não oferecemos rótulos, mas sim uma visão panorâmica."
O papel da psicologia, é junto com a pessoa, ajudá-la a desenhar esse panorama. É caminhar junto, é acompanhar, no seu ritmo, no seu tempo... em cada passo que ela conseguir dar.
Abraço!
sábado, 14 de janeiro de 2012
Sobre o tempo...
"O tempo pode apresentar-se cronologicamente, objetivamente, de forma linear e sucessiva, pode ser quantificado. Pode ser precisado nos ponteiros do relógio e no calendário social; é testemunha do passado biológico e do desenrolar dos processos fisiológicos. Ele é controle dos processos produtivos e das previsões de mercado. Mas, ele também é história pessoal e social, constituida de hiatos, é matéria sutil da memória, nunca é puro passado ou informação (...) Tampouco se limita a uma mera reconstrução do que foi. Pela memória fazemos o que o tempo fisíco não permite, pois não é reversível: revertemos o tempo, regressamos ao tempo anterior... A existência se temporaliza, isto é, se constitui como passado, se articula e atualiza no presente e se projeta e transcende no futuro" Emílio Romero, 2001.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Por-do-Sol
Bom dia...
Quero compartilhar hoje um trecho do livro do Rogers (Carl Ransem Rogers, criador da Abordagem Centrada na Pessoa) chamado -Um jeito de ser-. Esse trecho me toca muito, pois ele fala de admirar o outro, como um por-do-sol...
Além de ser quase uma poesia, nesse trecho ele diz muito do que nós precisamos, como seres humanos, não precisamos ser controlados, condicionados. Precisamos ser admirados, com consideração, com amor, com respeito... "Só" isso já nos permite desenvolver o nosso potencial. Um olhar com consideração nos convida a nos olhar também e perceber o quão bonito e cheio de possibilidades somos...
Fica aí o trecho para vocês saborearem... =)
Quero compartilhar hoje um trecho do livro do Rogers (Carl Ransem Rogers, criador da Abordagem Centrada na Pessoa) chamado -Um jeito de ser-. Esse trecho me toca muito, pois ele fala de admirar o outro, como um por-do-sol...
Além de ser quase uma poesia, nesse trecho ele diz muito do que nós precisamos, como seres humanos, não precisamos ser controlados, condicionados. Precisamos ser admirados, com consideração, com amor, com respeito... "Só" isso já nos permite desenvolver o nosso potencial. Um olhar com consideração nos convida a nos olhar também e perceber o quão bonito e cheio de possibilidades somos...
Fica aí o trecho para vocês saborearem... =)
" Um dos sentimentos mais gratificantes que conheço - e também um dos que mais oferecem possibilidades de crescimento para a outra pessoa - advém do fato de eu apreciar essa pessoa do mesmo modo que aprecio um pôr-do-sol. As pessoas são tão belas quanto um pôr-do-sol quando as deixamos ser. De fato, talvez possamos apreciar um pôr-do-sol justamente pelo fato de não o podermos controlar. Quando olho para um pôr-do-sol, como fiz uma tarde dessas, não me ponho a dizer: "Diminua um pouco o tom do laranja no canto direito, ponha um pouco mais de vermelho púrpura na base e use um pouco mais de rosa naquela nuvem". Não faço isso. Não tento controlar um pôr-do-sol. Olho com admiração a sua evolução"
pg.14.
Grande abraço!!!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Viva o doce e o amargo da vida...
Ei, gente!
Nesse início de 2012 resolvi reativar esse meu blog sobre psicologia... Pra isso resolvi retomar um texto meu, de novembro de 2010 que fala sobre café e sobre a vida... Eu amo café e eu aprendi muito sobre a vida tomando um café maravilhoso chamado Moka...
Como eu disse, adoro café... E a algum tempo atrás fui a uma cafeteria que eu adoro com dois amigos e...
Nesse início de 2012 resolvi reativar esse meu blog sobre psicologia... Pra isso resolvi retomar um texto meu, de novembro de 2010 que fala sobre café e sobre a vida... Eu amo café e eu aprendi muito sobre a vida tomando um café maravilhoso chamado Moka...
Como eu disse, adoro café... E a algum tempo atrás fui a uma cafeteria que eu adoro com dois amigos e...
dentre dezenas de opções de cafés e chocolates MARAVILHOSOS me chamou a atenção um deles... o tal do Moka Branco que é feito de café expresso, leite e muito, mas muito chocolate branco! Logo pedi essa perfeição para provar e quando chega a minha mesa esse café perfeito eu não pude me conter... Que maravilha de café! O amargo do café se junta ao doce do chocolate branco fazendo um sabor inigualável...
Ai, como foi bom saborear esse café perfeito!
Ao degustar o café comecei a pensar que a nossa vida é como esse Moka Branco... Ela é feita de momentos amargos e doces! E o que faz a nossa vida ter graça é justamente a combinação que esses dois sabores fazem... Se ela for somente amarga, ninguém aguenta... (ou nos acostumamos e passamos a viver uma vida totalmente sem sentido...) E se ela for totalmente doce fica enjoativo, cansativo e deixamos de viver a vida de verdade, e sim, vivemos numa ilusão!
Ao degustar o café comecei a pensar que a nossa vida é como esse Moka Branco... Ela é feita de momentos amargos e doces! E o que faz a nossa vida ter graça é justamente a combinação que esses dois sabores fazem... Se ela for somente amarga, ninguém aguenta... (ou nos acostumamos e passamos a viver uma vida totalmente sem sentido...) E se ela for totalmente doce fica enjoativo, cansativo e deixamos de viver a vida de verdade, e sim, vivemos numa ilusão!
A nossa vida é a perfeita combinação entre o amargo e o doce e só a vivemos bem quando sabemos saborear a cada momento o que deve ser saboreado! Tem gente que presta mais atenção no amargo outras preferem ver só o lado doce... Mas devemos sempre estar atentos e tentar ver esses dois lados e, ao máximo, aproveitar dos dois! E para que aproveitemos dessa forma a nossa vida é preciso irmos a fundo em tudo que a vida nos proporciona... talvez o chocolate branco está lá no fundo da xícara e a gente não consegue chegar até lá porque ficamos lamentando o café que tem antes... ou então ficamos saboreando somente o chocolate que transborda da xícara sem coragem de enfrentar o café!
Portanto, fica aí o convite... saborei o café amargo e o chocolate branco da vida!
E, se ficaram com vontade, vão ao café Káhlua, Guajajaras com Bahia, no centro de Belo Horizonte... e lá poderão desfrutar desse café perfeito e de outros mais... E poderão filosofar também! rsrsrs
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Amizade...
Como psicóloga eu acredito muito na terapia e no quanto ela pode ajudar as pessoas a se encontrarem, a tomarem posse da suas vidas e desenvolverem todo o potencial que possuem... Digo isso também como cliente, eu desfruto das vantagens oferecidas por uma boa terapia. E não me canso de ressaltar a importância dessa relação de ajuda tão peculiar... É difícil nos olharmos e tomarmos posse de nós mesmos, mas quando o fazemos é muito bom!!!
Entre os psicólogos sempre se discuti se todas as pessoas precisam necessariamente de terapia, e, apesar de achar que fazer terapia é super importante, não tenho a pretensão de dizer que todas as pessoas são obrigadas a fazer terapia para se encontrarem e serem felizes em suas vidas... Tem pessoas que nunca vão entrar num consultório de psicologia e, nem por isso, vamos dizer que elas não são felizes ou que não têm uma vida autêntica.
Mas de uma coisa eu sei, todos nós precisamos de relações que nos confirmem e que nos ajudem a nos desenvolvermos na vida. Seja com os pais, algum professor, primos, irmãos, amigos...
Para mim, a amizade é um tipo de relação que mais pode nos proporcionar momentos terapêuticos (Essas relações citadas não são terapia, mas podem ser extremamente terapêuticas!!!), na amizade podemos ser nós mesmos, podemos tirar as máscaras, sermos ouvidos sem reservas... Eu considero as amizades uma das maiores bênçãos criadas por Deus, e agradeço muito a Ele pelo meus amigos, que, graças a Deus não são poucos!
O que me inspirou a escrever esse post é um encontro que tive com uma grande amiga e o sentimento de alegria e satisfação me remete também a todos os momentos perfeitos que já tive com os meus amigos. É muito bom poder se sentir compreendido, ser aceito, poder dividir de tudo com alguém que é como nós e que topa também compartilhar a sua vida conosco.
É claro que a relação terapêutica na terapia com o psicólogo tem a sua importância e tem coisas que só um profissional pode detectar e ter um cuidado específico... por isso, eu sei que um grande amigo, quando percebe que tem algo de errado com o seu amigo vai ajudá-lo a procurar uma ajuda profissional, sendo assim, feliz é aquele que pode desfrutar desses dois tipos de relação. A questão não é definirmos quem precisa ou não de terapia, o mais importante é termos um olhar a atento a nós mesmos para perceber essa necessidade, se ela existir... e se tivermos dificuldade de fazer isso, teremos amigos de verdade para nos apontar e cuidar de nós!
Entre os psicólogos sempre se discuti se todas as pessoas precisam necessariamente de terapia, e, apesar de achar que fazer terapia é super importante, não tenho a pretensão de dizer que todas as pessoas são obrigadas a fazer terapia para se encontrarem e serem felizes em suas vidas... Tem pessoas que nunca vão entrar num consultório de psicologia e, nem por isso, vamos dizer que elas não são felizes ou que não têm uma vida autêntica.
Mas de uma coisa eu sei, todos nós precisamos de relações que nos confirmem e que nos ajudem a nos desenvolvermos na vida. Seja com os pais, algum professor, primos, irmãos, amigos...
Para mim, a amizade é um tipo de relação que mais pode nos proporcionar momentos terapêuticos (Essas relações citadas não são terapia, mas podem ser extremamente terapêuticas!!!), na amizade podemos ser nós mesmos, podemos tirar as máscaras, sermos ouvidos sem reservas... Eu considero as amizades uma das maiores bênçãos criadas por Deus, e agradeço muito a Ele pelo meus amigos, que, graças a Deus não são poucos!
O que me inspirou a escrever esse post é um encontro que tive com uma grande amiga e o sentimento de alegria e satisfação me remete também a todos os momentos perfeitos que já tive com os meus amigos. É muito bom poder se sentir compreendido, ser aceito, poder dividir de tudo com alguém que é como nós e que topa também compartilhar a sua vida conosco.
É claro que a relação terapêutica na terapia com o psicólogo tem a sua importância e tem coisas que só um profissional pode detectar e ter um cuidado específico... por isso, eu sei que um grande amigo, quando percebe que tem algo de errado com o seu amigo vai ajudá-lo a procurar uma ajuda profissional, sendo assim, feliz é aquele que pode desfrutar desses dois tipos de relação. A questão não é definirmos quem precisa ou não de terapia, o mais importante é termos um olhar a atento a nós mesmos para perceber essa necessidade, se ela existir... e se tivermos dificuldade de fazer isso, teremos amigos de verdade para nos apontar e cuidar de nós!
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